You are currently browsing the monthly archive for Dezembro 2006.

"Chains"-Luiz Royo

"Chains-Luiz Royo"

Distante de seu afago
Enceno sentimentos forjando poesia
Arbitrariamente tento  te comover
Da isenção em minha prece de intentos amargos

Já que diante  do calvário  tua efígie  concedeu-me  sabedoria
Para  que das farpas  mais devastadoras pudesse-me esguarnecer

Ardilosamente escorço uma trova
Divagando displicentemente  sobre seus sortilégios
No entanto não sou tão afortunado á ponto de criar uma prova
Que exerça sobre ti certo deslumbramento
Ao ponto de  alforriar-me de todos os privilégios

Que  instauram em mim uma inocente compulsão
Transformando suas virtudes em meu vício!

Transeunde

Já não me parece tão ridícula a coerência que do teu corpo difunde

Saboreando as quadras da cidade esguarneci na mediocridade

Onde os meus lapsos de crença em insensatez se conservam

Aconchegada em hostilidade a veracidade transeunde

Não me pareces mais um engodo eclesiástico tua divindade

Sugeres então que em teu prospecto à remissão daqueles que te entregam

O reflexo do fulgor inquisitório dos bares em tua retina

Fazendo me parecer exótico em tua dislexia

Usurpando da adoração caluniosa do altíssimo

Entorpecido na sarjeta a regurgitar soberbamente  materialismo

 


Cretino

Sou um Cretino

Nem um pouco reativo

Dispenso alguma credibilidade

Ostento a minha autentica incapacidade

Renego tua aprovação

 

Ao contento me seduz tua inquietação

Alegro em condizer-me sociopata

Carrego tua antipatia teocrata

 

Mas antes o revés e a euforia

Do que a miséria de obedecer-te um dia

**************************************************************************

  Inadequado

Compassada mancha em meu futuro

Acrescenta sagacidade em nosso orgulho

Transparecendo mediocridade em tua fé

Nem tão pouco anseio degolar tua cisma

Nem tão pouco receio tocar tua face com carisma

Núpcias necrófilas esquartejadas em gracejos

Amedrontada sodomização disforme em sacrilégios

Emudecendo atenuamente as sintonias

Nem tão louco frente á ironia

Nem tão louco contente á nostalgia

Clique e decida o Assunto da próxima postagem

sobre mim:

Nietzche em seu ensaio:“Moral Como Antinatureza” escreveu : Finalmente, consideremos quão ingênuo é dizer: “O homem deveria ser de tal ou de tal modo!” A realidade nos mostra uma encantadora riqueza de tipos, uma abundante profusão de jogos e mudanças de forma – e um miserável serviçal de um moralista comenta: “Não! O homem deveria ser diferente.” Esse beato pedante até sabe como o homem deveria ser: ele pinta seu retrato na parede e diz: “Ecce homo!(eis o homem)”Mas mesmo quando o moralista dirige-se a apenas um indivíduo e diz “você deveria ser de tal e de tal modo!”, ainda não deixa de ser ridículo. O ser humano,visto pela frente ou por trás, é um pedaço de destino, uma lei a mais, uma necessidade a mais para tudo que há de vir e será. Dizer-lhe “muda-te” é exigir que tudo seja mudado, mesmo retroativamente. E realmente houve moralistas conseqüentes que desejavam tornar o homem diferente, isto é, virtuoso – desejavam-no reformado à sua própria imagem, como pedante: e, para tal fim, negavam o mundo! Nenhuma pequena loucura! Nenhum modesto tipo de modéstia! Nunca chegarei perto das idéias dele e de outros filósofos, nem de iniciar uma revolução, mas sou orgulhoso o bastante para procurar um resquício de inteligência , sopro divino ou do demônio mesmo em meu inconsciente.Talvez essas idéias sejam fruto da eletricidade dos átomos que me compõem, ou devaneios provocados pelo amoníaco ou alguma droga, talvez. Mas talvez também isso seja alguma coisa que faz sentido para alguém, alguém que esteja em um hospício tomando choques elétricos. FABIO RICARDO VIEIRA ************************************ você pode acessar meus textos também através dos sites: Recanto das Letras Poesia e Companhia *********************************** contato rápido:orkut-Fabio R.

Acesso rápido

the wrong buddy

ATENÇÃO: Todas as poesias de minha autoria neste blog,são periodicamente compiladose registrados conforme as normas: da Lei N° 9.610,DE 19 DE FEVEREIRO DE 1998 e da biblioteca nacional(EDR) Que regulamentam os DireitosAutorais no Brasil Qualquer reprodução integral ou parcial do conteúdo aqui expresso necessita autorização prévia do autor Fabio R.Vieira Obrigado......

 

Dezembro 2006
S T Q Q S S D
« Ago   Jan »
 123
45678910
11121314151617
18192021222324
25262728293031

RSS Notícias em tempo real