Primeiro ato de “Bounce Back”

Jean Genie e era uma cara descolado

Com seu ar solitário e o sorriso meio de lado procurando garotas tinha  jogo rápido. Nas horas que vagam navegava de discos Bowie a  Led Zeppelin IV .

E usava alivio cômico nas salas de bate papo. O cheiro de fumaça familiar desde o internato:

-Já tentou terapia ou algo de fato?

Para  de desfazer-se em ilusões ou espalhar boato,as pessoas nem são tão estranhas quando se esforçam elas tentam adulterar a  tristeza e isso de fato,  as deixam mais longe.

Tento entregar um trabalho respeitoso no final do ato e sempre que tento ler Ulysses já não  me lembro o quanto da critica fala que é bom e o quanto  tem execrado.

As cancões me avisam : – “Whatch the man”?

E a lembrança que o homem e o lobo do homem se afirma. Mas o homem  é feito de referências e  de um pouco de “bounce back”.

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Pop Brasilia

Fora temer o que disfarca se de aliado

Fora temer o que e noticiado

Fora temer aquele que parece indignado

Sinta-se feliz em ter auxiliado

Sinta-se feliz e vingado
 Sinta -se  feliz por ter resistido

A toda opiniao contraria

Aquele modelo classe media totalitaria.
Fora temer o caos que se reforma

O dolo debil premiado

Sinta-se feliz por ter assistido

A rainha de copas e seu berco espledido

-Corta se as cabecas 

Num espetaculo extraordinario

Tudo e Pop em Brasilia, e a propina aluvia.

Enquanto as pessoas na sala de jantar sao ocupadas  em nascer e trabalhar ate morrer.

Natural Science,Spiritual Nature-Scifaiku Renga Part 2

9-Rich Magahiz

Lord Antifish preaches to lost socks

Lord Antifishi prega para meias perdidas

10-Jhon W.Sexton
fore! …
return of the prodigal golf balls
all at once11-Assu

packets of love
letters fill trunks and sacks
she can’t find hers

12- Rich Magahiz

heads crown
through sandy loam
the kindergarten crop

13-Jhon W.Sexton

Hildevarga’s curse …
dog-penis stinkhorns
stiffen by the convent gate

10-Jhon W.Sexton
a proa!
o retorno de bolas de golfe prodigas
todas de uma vez…

11-Assu

pacotes de amor
letras enchem malas e sacos
não acha a dela

12- Rich Magahiz

escalpos
pela turfa arenosa
o jardim da infância colhe

13-Jhon W.Sexton

maldição Hildevarga
curva a glande do cachorro
endurecida pelo portão do convento

Natural Science,Spiritual Nature Parte 3

14-Rich Magahiz

working the sketchy street: compost boys

Trabalhando a rua projetada:meninos-composto

15-John W. Sexton

unfolding the blueprint
for fog … everything
is suddenly clear

16-Rich Magahiz

I, the last Romanov —
my swan-steeds
dry their wings

17-John W. Sexton

pinpricks of rust
the pontiff’s tailor’s pins
all dulled with angels

15-John W. Sexton

descoberto o projeto
apesar do nevoeiro….tudo
está claro de repente

16-Rich Magahiz

Eu, o último Romanov
meu hipogrifos-
secam suas asas

17-John W. Sexton

picadas de ferrugem
o alfaiate do pontífice conecta
todosos idiotas com anjos

18-Rich Magahiz

the nurse finds a vein, silver coins flow

a enfermeira acha uma veia,fluem moedas de prata

19-John W. Sexton

sputum from
a seraphim … galaxies fester
in his cough

20-Rich Magahiz

space operas
twisted into
my pocket square

21-John W. Sexton

I look up “parsec” …
the turps scent of 60’s
Asimov paperbacks

19-John W. Sexton

escarro vindo
de um serafim…galáxias apodrecem
em sua tossem

20-Rich Magahiz

operas espaciais
girando dentro
do meu lenço

21-John W. Sexton

procuro um parsec
o cheiro entorpecente dos 60’s
pesquisas de Asimov

Amortização……………mais uma estória comum

Entorpecido por uma noite sem repouso
Visto a couraça da responsabilidade outra vez ,
Ardilosamente no caminho cumprimento todos que abomino
Distraindo de minha face às dificuldades

No decorrer dos afazeres dissimulo superioridade
Difamando os colegas pelas costas
Saqueio projetos afim de demonstrar empenho
Injusta é a promoção que ainda não veio!

Deixando o expediente entrego – me à amante
Enquanto justifico á esposa o atraso
Surpreende-me ainda sua candura !

No lar o fastio de sentar com a família sem apreço
E a frigidez da companheira
Só o flerte rápido com a pornografia aplaca

Venturoso pelas recompensas
Concluo que é melhor nunca ter do que perder
Pois a existência não oferece nada em vão, ela empresta à juros!

Aqueçam seus espiritos e preparem-se para a guerra com vocês MC5

Ao desavisado que houve o nome do MC5 pela primeira vez,pensa que se trata de uma arma de guerra,uma dj eletrônico,ou uma banda de pancadão carioca.(Se bem que a Lacraia já deve ter dado uns moshes por ai).

Para instigar os amigos que não conhecem a banda a conhece-la vou postar como aperitivo uma breve resenha publicada pelo site Whiplash(http://www.whiplash.com/) e postar mais alguns arquivos que circulam na net,breve a história desses grupo da maneira perosonalizada pelo Alguma música será postada.

MC5
Por Saulo Gomes(whiplash)

Em 1969, na cidade universitária de Ann Arbor, perto de Detroit, capital da indústria automobilística americana, surgiriam duas das bandas mais visionárias da história do rock: o MC5 e o Stooges, que apesar de suas carreiras efêmeras, deixaram um legado musical que poucas bandas conseguiram forjar em tão pouco tempo e discos.

Ambas bandas desde o início de suas carreiras tiveram muito em comum, dividindo várias vezes o mesmo palco e até mesmo a aparelhagem de som, porém seria o MC5 que primeiro chamaria a atenção para o som de Detroit.

O MC5 foi formado em 1964, inicialmente por Rob Tyner (vocal), Fred “Sonic” Smith, Wayne Kramer (guitarras), Pat Burrows (baixo) e Bob Gaspar (bateria), sendo os dois últimos substituídos por Dennis Thompson (bateria) e Micheal Davis (baixo). Com esta formação a banda gravou em 1966 um compacto de distribuição local, com as faixas “Look At You” e “Bouderline”. Apesar da pouca repercussão deste lançamento, a banda começou a se destacar na pequena cena roqueira de Detroit, não só por tocar muito alto mas também por uma série de incidentes com a polícia.

Devido a seu som agressivo e sua ficha policial extensa, a banda chamou a atenção de John Sinclair, professor da universidade de Ann Arbor. Uma figurinha estranha que se intitulava “The King of The Hippies” de Detroit. Além de suas atividades acadêmicas, Sinclair mantia uma comunidade de artistas “alternativos”, chamada Trans-Love Energies (que mais tarde seria o embrião do partido político White Panther), numa fazenda nos arredores da cidade.

John Sinclair logo se tornaria empresário e guru espiritual da banda, e os levaria para sua fazenda, onde serviriam de trilha sonora para o recém criado White Panther, um partido político em resposta ao Black Panther(Panteras Negras). O partido não tinha qualquer conotação racista, e pelo contrário pregava a liberdade total, tendo como lema o slogan: “Rock’n’Roll, Dope and Fucking in the Street”; equivalente mais radical do já manjado sexo, drogas e rock’n’roll.

Foi Sinclair quem convenceu o MC5, em 1968, a ir à Chicago, durante a convenção do Partido Democrata americano, para fazer um concerto em protesto à guerra do Vietnã. A idéia de Sinclair seria fazer um grande concerto ao ar-livre, com várias bandas, mas apenas o MC5 apareceu para tocar.

A convenção feita meses após o assassinato de Bob Kennedy, virtual candidato do partido democrata à presidência dos EUA, não era o lugar ideal para um concerto de rock. Temendo-se o risco de novos atentados, fora montado um aparato de segurança que contava até mesmo com a ajuda da guarda nacional.

A convenção ficaria marcada na história daquele país por uma série de conflitos entre a polícia local e manifestantes pacifistas. Com tanques e o exército nas ruas, qualquer um teria desistido de fazer o show. Porém Sinclair não se abalou com o clima de guerra-civil que reinava na cidade e seguiu em frente com sua idéia. Como era de se esperar, o concerto acabou em pancadaria, tendo que Sinclair e sua trupe fugir da cidade, para não pegar uma temporada na cadeia de Chicago.

Por ironia do destino foi este concerto que rendeu o interesse da gravadora Elektra pelo grupo. Neste contexto político/utópico surgiria o primeiro álbum da banda, “Kick out of the Jams” (1969) que por várias razões não poderia deixar de ser gravado ao vivo, captando o som da maneira mais crua e suja possível. Era também um meio de baratear os custos da produção do álbum, uma vez que na gravadora poucos acreditavam no sucesso da banda.

Contrariando todas as expectativas o Lp chegou ao 30º lugar da Billboard, na primeira semana de seu lançamento. Devido à letra da faixa título, que continha um palavrão, o grupo teve que enfrentar um boicote pelas lojas e distribuidoras de discos e, mais tarde, um processo pelo FBI, do qual a banda sairia ilesa. John Sinclair, por outro lado, pegaria uma pena de 10 anos por tráfico e consumo de maconha.

Em 1970 o grupo lançaria o seu segundo álbum, “Back in the USA”, agora pelo lendário selo Atlantic — que também contratara no mesmo ano o Velvet Underground. A banda havia sido dispensada da Elektra sem maiores explicações após os problemas com a justiça americana.
“Back in the USA” o MC5, já sem a influência de John Sinclair, deixa um pouco a pregação

política de lado, e se volta às suas raízes roqueiras, com um repertório que mesclava composições do começo da banda, como, “Look At You”, lançada em compacto em 66, e impagáveis covers de Chuck Berry e Little Richard. Apesar de seu insucesso comercial (o MC5 na época ainda sofria boicote de algumas lojas de discos e distribuidoras) o álbum é incluído com freqüência em qualquer lista dos melhores discos de rock dos últimos trinta.

No ano seguinte lançariam seu último, e para muitos o melhor álbum, “High Time”, uma obra visionária, e bem mais elaborada. No entanto os Estados Unidos não estavam prontos para o massacre sônico de músicas como “Sister Anne” ,”Baby Won’t Ya” e “Gotta Keep Movin’”. O resultado é que o álbum marcaria o fim da banda, devido principalmente ao seu fracasso comercial e ao envolvimento dos músicos com drogas pesadas, como heroina, que acabaria por dissolver a banda no início de 1972.

O MC5 nunca tocou junto outra vez. Rob Tyner morreu em 1991 de ataque cardíaco após gravar seu primeiro álbum solo. Fred “Sonic” Smith morreu em 1995 de câncer; era casado na época com a roqueira Patti Smith, para quem co-escreveu e produziu o Lp “Dream of Life” de 88. Wayne Kramer, que chegou a passar um tempo preso na década de 70 por tráfico de cocaína, conseguiu se recuperar e gravou nos anos 90 três álbuns solos pela gravadora americana Epitaph, especializada em punk rock. Kramer é o único membro original do MC5 que continua na ativa, uma vez que Thompson e Davis depois de alguns obscuros projetos musicais nas décadas de 70 e 80, abandonaram definitivamente a música.

Thompson chegou a ter uma interessante banda com o guitarrista dos Stooges, Ron Asheton, chamada New Race, que teve seu único registro, a gravação de alguns shows de uma tour pela Austrália, lançado em cd.

Contudo, graças às novas tecnologias, aos cds e até mesmo à Internet, o quinteto de Motor City está longe de ser esquecido e hoje sua lenda está mais viva do que nunca.

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Fabio Ricardo Vieira 2008

CREAM ……A nata do Rock and Roll


CREAM
por Fabio
Nas palavras de Eric Clapton: “Nossa intensão era a de chocar o público quando foi criado o Cream”(Doc.àlbuns clássicos History Channel,2007)
A partir de então foi criado a melhor banda de trio em todos os tempos.

 

Da esquerda para a direita:
Ginger Baker(bateria, vocal), Jack Bruce(baixo, vocal), Eric Clapton(guitarra, vocal), já eram músicos relativamente famosos na cena de Londres quando fundaram o Cream em 1966. A idéia de formar uma banda partiu de Ginger Baker logo após uma “jam session” entre os dois que estavam sem banda na época.
Quando Eric sugeriu a Ginger chamar Jack Bruce, com quem Clapton já havia tocado algumas vezes, isso fez nascer o primeiro fato curioso na história do Cream.Baker e Bruce haviam trabalhado juntos tocando na Graham Bond Organization,e viviam brigando pela e-nésima vez com Jack Bruce, chegou a levar uma faca para os ensaios da banda decidido a dar um jeito em Jack,para a sorte de todos nós que está idéia não foi concretizada.O motivo aparente das brigas entre Baker e Bruce eram as divergências musicais dos dois,apesar do fato dos dois terem formação fortemente apoiadas no jazz serem bem parecidas.Jack reclamava dos longos solos de Baker e Baker dos de Bruce,e vamos encerar o assunto por aqui pois isto já está parecendo uma revista de fofoca.
Resolvidos os problemas entre Jack Bruce e Ginger Baker eles começaram a ensaiar junto a Eric Clapton Vamos voltar no passado dos músicos para explicar porque o Cream já nasceu como um supergrupo.

ERIC CLAPTON

Me desculpem,os outros mais depois de Hendrix,Clapton é o melhor guitarrista que existiu,sua carreira começou nos bares de Londres especializados em Blues e R&B,comuns nos anos 60 desde que os marinheiros ingleses começaram a trazer em sua bagagem os compactos de Mud Watters dos EUA.Numas dessas noites,em 1963, Eric conheceu os membros do Yardbirds(lendária banda inglesa por onde além dele passaram Jeff Back e Jimmy Paige),o maior feito da banda nesta época foi excursionar com banda de abertura para Sonny Boy Williamson(mais um dos monstros do blues americanos)de onde os Yardbirds saíram com seu primeiro contrato.
Em 1965, vendo os The Beatles conquistarem fama em fortuna algo subiu a cabeça do Yardbirds e eles resolveram ingressar na onda pop, “For Your Love” deu início a isto.
Não satisfeito Clapton decidiu deixa-los a própria sorte, que logo seria muito generosa no grupo botando Jeff Beck e Jimmy Paige em seu caminho. Jhon Mayall então chamou o velho conhecido para fazer parte de seus Bluesbreakers,onde ganhou status de Deus,após o lançamento do compacto “Jhon Mayall and the Bluesbreakers with Eric Clapton(1965).”
Nos Bluesbrakers uma dádiva foi dada ao mundo do rock, Eric conheceu, numa sessão de estúdio conheceu Jack Bruce.Algum tempo depois, Jack passa para a banda de Manfred Mann,que contaria com a participações especiais de EC em um futuro próximo.Ainda no Bluesbreakers Eric conheceu Ginger Baker que excursionou com a banda por um curto período de tempo por volta de 1966.
Cada um para o seu lado, e os dois só voltariam a tocar juntos quando o Cream foi criado.

JACK BRUCE & GINGER BAKER

Jack Bruce teve uma formação clássica de música iniciada na Academia Escocesa Real de Música aos 15 anos.Passou em 1961, a tocar na banda de Alexis Kroener & The Blues Incorporated onde conheceu Ginger Baker.Ginger Baker destacou-se como baterista no Reino Unido tocando ao lado de Baby Dodds(baterista),na banda Storyville Jazz Men.

No começo dos anos 60,Ginger Baker passou a tocar na banda de Alexis Kroener onde permaneceu até 1962 quando ao lado de Graham Bond(saxofonista) e de Jack Bruce,que fudaram ainda no mesmo ano o Graham Bond Organization.Para completar a formação da banda foram convidados o guitarrista Jhon McLougin e outro saxofonista Dick Heckstall-Smith.Com está formação a banda lançou dois vinis “The sound of ’65 e Theres’s a Bond between Us.
Após as discussões pouco amigáveis com Ginger Baker,Jack Bruce optou por deixar a banda,por volta de outubro de 65, e a trajetória dos dois se separam aqui até a formação do Cream.Jack então migra para os Bluesbreakers,que nesta época já contava com EC, e mais tarde para o Manfred Man.

Ginger Baker continuou na banda de Graham Bond até meados de 1966 quando integrou a banda de Jhon Mayall,pra sorte de Mayall após a saída de JB da banda.
Entre uma jam dos Breakers e outra Ginger Baker chegou até Eric Clapton e disse: “Hey buddy,how about we do our own band?” e a resposta provavelmente foi: “ I will think about it.”

E ASSIM CHEGAMOS AO CREAM….

Segundo os biografos , os ensaios do que viria a se tronar o Cream começaram por volta de abril de 1966.Em junho do mesmo ano a Melody Maker(revista conceituada de música) anunciou na capa o nascimento do Cream,após várias matérias anteriores que já haviam declarado a junção dos músicos da banda nos meses anteriores.

Após alguns shows a banda começou a por em prática seus ambiciosos objetivos, o compacto “Wrapping Paper”/ “ Cat’s Squirrel” foi lançado.Inicialmente muito abaixo do que o público imaginava ou esperava do Cream e das próprias ambições da banda.
Primeiramente porque “Wrapping Papper” é uma canção para ser escutada no chá das cinco pelas senhoras londrinas ou semelhante aquelas que aparecem nos comerciais de margarina,pois traz Jack Bruce tocando levemente o piano, e cantando,uns ruídos de bateria ao fundo e a inexistência de guitarra.Por outro lado a faixa instrumental “Cat’s Squirrel” canção instrumental tida como traditional no blues dos EUA e nos créditos dos discos do Cream,traz uma levada de gaita contagiante,Baker esmurrando os pratos e um compasso impecável da guitarra de Eric e do baixo de Bruce.É sem dúvidas uma ótima música,mas não suficientemente boa para o que a imprensa e os primeiros fãs do Cream.

Na época das primeiras composições o Cream contava com a colaboração ativa de um antigo amigo de Ginger Baker,Pete Brown.Que logo por afinidade passou a trabalhar a fundo com Jack Bruce na composição das letras do grupo.Foram os dois que compuseram “Wrapping Paper”, “ I feel free”,para o primeiro álbum e algumas canções para os álbuns seguintes como a fabulosa “Sunshine of your love”,tocada com maestria por Jimi Hendrix em uma das suas primeiras apresentações em Londres.

Bem,após o “fracasso” inicial do lançamento do primeiro EP single,a banda começou a trilhar os caminhos do suceso com o lançamento de “Sweet Wine” na rádio BBC.

Em dezembro de 1966,foi lançado o primeiro álbum do Cream,”Fresh Cream” vamos a descrição de suas onze faixas,cujo a ordem das faixas variam conforme as versões importadas do disco:

“I feel free”-http://br.youtube.com/watch?v=Qb_Uu0eTNWkcomposta em parceira por Bruce/Brown,começa com um coro,logo com as batidas da bateria e a guitarra, a letra inicia-se com os versos “ Sinto quando danço com você e nós nos movemos como o mar que você sabe que pareço livre”,a bateria marca o ritmo suavemente porém com algumas ótimas viradas de Ginger Baker,Clapton exibe seu virtuosismo na guitarra.

“NSU”- é uma faixa um pouco mais pesada que a anterior que critica a pose dos superastros de rock.Mais uma vez os instrumentos estão impecáveis. http://br.youtube.com/watch?v=ncag11G2808
“Sleepy Time Time”-uma faixa que mostra toda a importância do blues para os músicos da banda. http://br.youtube.com/watch?v=uVNMB0hpdQc

“Dreaming”-uma faixa definitivamente pop sem muito destaque.

“Sweet Wine”-http://br.youtube.com/watch?v=YNsKc9Fl_q0mostra o ápice de criatividade da banda no disco e nos instrumentos.
“Spoonful”-http://br.youtube.com/watch?v=_TbhG0U7Ipo&mode=related&search=originalmente composta por Willie Dixon é uma das faixas tributos do disco que posteriormente passaria a ser como um hino do Cream,integrando posteriormente a segunda parte(ao vivo)do disco “Wheels of Fire”(1968)
“Cat’s Squirrel”,traditional,“For Until too Late” de Robert Jhonson, “Rollin’ and Tumblin” de Elmore James,”Im soo Glad”(http://br.youtube.com/watch?v=1NmHIxGaNWM)e “The Coffea Song” fecham a parte tribute do disco,sendo as faixas RT e IMSGLD uma explosão musical que mostra toda a virtuosidade da banda.
Fechando o disco, “The Coffea Song” e “Wrapping Paper”( http://br.youtube.com/watch?v=MBlRTsTcDcc)quebram o ritmo alucinante das outras faixas sendo mais suaves e “Toad” uma faixa instrumental,que também integraria futuramente “Wheels of Fire” em 1968 prova a vocês que Jhon Boham é um mito mas Ginger Baker é insuperável.
Em termos de vendagem os disco alcançou o sexto lugar na parada britânica, concorrendo com Beatles,Rolling Stones,The Who e um bocado de bandas de respeito.
E no 39º nos EUA, sem a banda nunca ter feito propaganda lá.
Uma grande turnê européia de sucesso aconteceu até os primeiros meses de 1967,quando a Atlantic assinou contato com a banda,nos cast da mesma gravadora figurava o nome de Ellas Fitz Gerald .A gravadora então mexeu seus pauzinhos para que a banda fizesse show em solo norte americano

A banda estreou nos EUA em um evento anunciado como “Music in fifth Dimension” que contou com a participação do Who e do Lovin’ Spoonfuls.a organização do evento no entanto deixou a desejar e por não conseguir aprontar o equipamento do Cream a tempo a banda teve que pedir uma mãozinha ao The Who que cedeu o seu equipamento.

O evento porém foi importante em dois aspectos:apresentar o som do Cream ao circuito comercial do país e apresentar a onda psicodélica que varia aquelas bandas para a banda;(o que influenciaria radicalmente o visual do Cream).
Mais tarde a banda retornaria para os Estados Unidos para as gravações iniciais do segundo LP, e foi feito um upgrade tecnológico na banda, andando pelas lojas de Nova York , próximas aos estúdios da Atlantic ,Eric Clapton teve seu primeiro encontro com o pedal “wah- wah” e com os novos modelos de amplificadores .

Disraelli Gears de 1967,é um álbum mais que fantástico, é um álbum clássico do mesmo peso que “Eletric Ladyland”,”Sgt.Peppers” entre outros,a começar pela capa,desenvolvida pelo artista plástico Martin Sharp,apresentando a Clapton por uma modelo holandesa chamada Astrid.A capa segundo Sharp foi montada em cima de várias colagens.Sharp traria outra contribuição para o disco,a letra da música “Tales os Brave Ulysses”,escrita em um guardanapo em uma restaurante de Londres.A letra segundo Sharp foi influenciada por uma viajem recente dele ao Mediterrâneo e pela descrição do local pelo guia de turismo ,como sendo ali o lugar onde o herói de Homero foi tentando pelas sereias.(Doc.History Channel,2007).

Voltando aos estúdios da gravadora foram apresentados a banda, pelos executivos da mesma, o produtor musical Felix Pappalardi,nessa sessão foi gravada a faixa “Lawdy Mamma” que Pappalardi viria a modificar para “Strange Brew”.O modo de trabalho do produtor veio a gerar certos conflitos no começo pois pela primeira vez a banda tinha alguém interferindo no seu trabalho,o interesse da gravadora em transformar Eric no único astro da banda também gerou sérios conflitos nos trabalhos iniciais.De fato Jack Bruce comentou que “se sentia literalmente desprezado” e apesar de ter boas idéias fervilhando em sua cabeça era impedido de coloca-las no disco. Vamos as faixas:

“Strange Brew”-http://br.youtube.com/watch?v=7nvORjVS8Bctraz no vocal principal Eric Clapton,um riff de blues moderno,um baixo de fundo marcando o ritmo e a bateria fazendo evoluções simples mais muito boas.O crédito da música fica por parte de Félix Pappalardi e de sua esposa Gail Collins(que compos a letra).
“Sunshine of Your Love”- (http://br.youtube.com/watch?v=FI8SUc2SV4k) letra da música foi composta em uma sessão de trabalho que virou a madrugada entre Jack Bruce e Pete Brown de onde segundo palavras de Bruce,surgiu também a parte do baixo.Ao mostrar o que tinha feito no ensaio seguinte a Clapton,logo ele desenvolveu o riff marcante e inconfundível da música. Essa música é considerada por muitos o maior clássico da banda,inclusive por Jimi Hendrix.
“World of Pain”-outra pitada do trabalho de Félix Pappalardi no disco, é uma música melódica e pessimista de certa forma cuja a letra diz: “ Lá fora de minha janela existe uma árvore que é a única que está perdendo suas folhas.E eu acredito que no nevoeiro da cidade não existe tempo para ter compaixão da árvore ou de mim.Existe um mundo de dor onde a chuva cai ….. e por aí vai.” http://br.youtube.com/watch?v=dwvshVpVkXI
“Dance The Night Away”-segue uma linha semelhante a faixa anterior,mas os créditos da música são dados a Pete Brown e a Jack Bruce,é um pouco mais pesada que a faixa anterior e traz o primeiro acorde no estilo psicodélico de Eric Clapton.
“Blue Condition”-foi composta e cantada inteiramente por Ginger Baker,é uma mudança de rumo no disco,o estilo da música é o puro blues,vale mais pela curiosidade de escutar Ginger Baker cantando.
“Tales of Brave Ulysses”-http://br.youtube.com/watch?v=BxhLPOPdivEcomo já mencionado anteriormente a letra foi composta por Will Sharp,pela primeira vez Eric Clapton usa o pedal “wah wah” em uma música,está música é extraordinária assim como o épico de Homero.O clima do som é entorpecente,Jack Bruce mostra toda sua habilidade vocal,a bateria demolidora e a música segue em um crescente. Veja a descrição de comofoi feita musica:http://br.youtube.com/watch?v=sNUYuBk7j7k&mode=related&search=
“Swlarbr(She was like a beard rainbowhttp://br.youtube.com/watch?v=ngIxuGOVGeQ)”-segundo Clapton:” efeito do psicódelismo” e provalmente das drogas e do álcool.,outra letra de Brown/Bruce.

“We’re going wrong”-http://br.youtube.com/watch?v=ngIxuGOVGeQletra de Jack Bruce,é uma faixa que retoma o estilo das faixas “World of Pain” e “Dance The Night Away”,porém mais brilhante que as anteriores.

“Outside Woman Blues”- uma faixa de blues tribute a Billy Reynolds, onde a banda mostra suas habilidades http://br.youtube.com/watch?v=BWwgHZo62uw

“Take it Back”- uma resposta direta de Jack Bruce aos empresários da gravadora,faixa de blues com direito a gaita.

“Mother Lament”-um momento de descontração da banda no álbum,faixa só com piano e vocal.
Em termos de vendagem o álbum alcançou o 4º na Bilboard.
Este foi o período de maior sucesso do Cream ,de maior abuso de drogas e do inicio de brigas .cada vez mais constantes.

Em 1968, novamente sobre a direção de Félix Pappalardi o Cream entrou em estúdio para gravar o projeto mais ambicioso da banda o álbum duplo “Wheels of Fire”.A produção deste álbum custou muito aos cofres da gravadora devido aos músicos contratados para dar suporte a banda e pelas inovações nas gravações introduzidas por Pappalardi,como a mesa de 16 canais. A capa do disco é composta por uma fundo cinza e alguns desenhos bagunçado em preto.

A pressão pelo sucesso começou a acirar ainda mais as disputas internas na banda.No entanto não prejudicou a qualidade do álbum.Em comparação a “Disraelli Gears”, “Wheels of Fire” traz menos experimentações da banda,no primeiro disco a maioria das faixas são tributo,mas existem as maravilhosas baladas “White Room”(a mais impressionante musica do Cream depois de “Sunshine of Your Love”) e “Those Were The Days”as bombástica “Politician” e “Deserted Cities of your Heart”.Vamos ao comentário detalhado das faixas.

Sobre este disco Thomas Erverline,um fã da banda que escreveu o release do grupo para o site ALLMUSIC nos diz: “ Disraelli Gears foi o álbum onde o Cream se tornou o que ele é,seu sucessor Wheels of Fire,mostra o trio expressando seu máximo,capturando cada pedaço de sua personalidade multi-facetada e condensando em um albúm duplo denso,maravilhoso e único”

De Estúdio…..

“White Room”-a música é extremamente complexa e melódica recheada com elementos de música clássica.A letra simplesmente ótima.Os acorde de guitarra são uns dos mais marcantes que escutei até hoje,e a bateria impecável. http://br.youtube.com/watch?v=9V77lE6u0a4

“ Sittin’ on the Top of The World”- uma releitura do clássico de Howlin Wolf,novamente onde a guitarra de Eric Clapton é o destaque.
“Passing the Time.”-é uma música que começa lenta,com violino e sinos,conta a história de uma mulher esperando o retorno do marido num dia típico de inverno,você não acharia nada de mais se escutasse somente o primeiro minuto,mas a música bruscamente muda de aspecto e estoura surpreendetemente.
“As you Said”-uma música rápida e melancólica
“Preseted Rat and Warthog- não é uma musica realmente é um pequeno discursso
“Politician”-composta pó Jack Bruce ápos ler certos escândolos a respeito do parlamento inglês,nesta canção o baixo é o elemento principal.A letra traz frases como: “ Como vai baby,venha dar uma volta no meu grande carro negro?e eu vou te mostrar o qual político nos podemos ser”. http://br.youtube.com/watch?v=Sfcgds8h0Xs
“Those Were the Days”-uma nostálgica e vigorosa melodia
“Born Under a Bad Sign”-composta por Albert King, é um dos maiores clássicos do blues,o Cream a exucuta de modo a deixar o Albert orgulhoso,essa música é uma lenda do blues.A letra trás frases celebres como: “Nascido sob um signo ruim eu vivo pra baixo desde que começei a crawl…..má sorte e problemas são meus únicos amigos…e uma grande mulher malvada irá me carregar pro túmulo” http://br.youtube.com/watch?v=v1S7YniPt10
“Deserted Cities of your Heart”-uma faixa agressiva eximeamente executada por toda a banda.

Em algumas versões importadas do disco ainda é possível encontrar como bônus a faixa “Anyone for Tennis”-composta por Martin Sharp,esta música é melódica,com uma atmosfera leve e agradável. http://br.youtube.com/watch?v=MB2f6-U72Zk

Ao Vivo………..

Este complemento de “Wheels of Fire” é totalmente dedicado ao blues,aqui o Cream realmente quebra tudo, e se você ainda não se convenceu a compar os discos do Cream depois disto pode se internar ou ir desfilar em algum bailão sertanejo.

“Crossroads”-http://br.youtube.com/watch?v=uTA9PVO-lboquem escuta as coletâneas e os discos ao vivo de Eric Clapton,acha que está musica foi composta por ele,mas foi no álbum “Wheels of Fire” que está faixa símbolo do blues,composta por Robert Jhonson,apareceu pela primeira vez na interpretação de Eric Clapton.Se você nunca ouviu está música em nenhuma regravação(e estas são incontáveis,vão de Rush a Blues Etílicos) ou nuca ouviu falar de Robert Jhonson,ou você esteve numa ilha deserta nestes últimos quase cem anos de composição da música ou você eu ser extraterreno.A versão original conta só com um violão e a voz inconfundível de RB.Nesta canção o músico alimenta a lenda de que havia vendido sua alma em busca de sucesso. “Foi em uma encruzilhada em que caí de joelhos …etc.” Confiram o original

“Spoonful”-os três minutos da música original,regravada em “Fresh Cream(1966)”,tornam-se 16 minutos de muito improvisso, e cada minuto e cada minuto e melhor que o outro.Está é uma daquelas gravações que valem os R$70-90em geral,cobrados pelo disco.

“Traintime”- uma viajem no blues ,levada somente pela gaita,as batidas de Ginger Baker e a voz de Jack Bruce.
“Toad”-http://br.youtube.com/watch?v=87rBka3GhYc&NR=1outra faixa de 16 minutos dedicados ao virtuosismo de Ginger Baker que nos presenteia aqui com um solo de 13 minutos,acha que o solo de “Mobby Dick” é fantástico?ele se torna uma mero som de elevador frente a este.Definitivamente este disco é fechado em grande estilo e é um soco na cara de quem torce o nariz para o blues ou ainda para o jazz(rock ou não)
Em termos de paradas o disco alcançou por algumas semanas o primeiro lugar da Bilbord.Em resumo,“Disraelli Gears” é um clássico mas “Wheels of Fire” é uma prova de que a genialidade existe.
Simultaneamente a divulgação de “Wheels of Fire” o Cream passava pelo momento mais conturbado da carreira em ralação as disputas entre os membros da banda por atenção, ao abuso das drogas.A imprensa também caia matando em cima da banda e constantemente surgia um idiota querendo aparecer em cima da banda.Ainda em 1968,a banda anunciou que ia se separar.

Os shows das turnês pela Europa e pelos EUA estiveram todos com os ingressos egostados,o Jimi Hendrix Experience em 1968 tocava “Sunshine of your Love” em seus shows.
Ainda em 1968,as músicas novas tocadas nos shows foram o embrião para o álbum de despedida lançado em 1969 intitulado oportunamente de “Goodbye ”.

Este é um álbum relativamente mais fraco que os anteriores mas trás uma parceria interessante na música “Badge” composta por Eric Clapton e pelo seu bom amigo George Harrison,creditado nessa faixa com L’Angelo Misterioso,para evitar problemas com a gravadora( de fato Harrison era tão gente fina que nos anos 70 ajudou Eric a finalmente casar com sua Paty Boyd sua ex-esposa,a responsável por horas de depressão,ingestão de álcool e drogas por parte de Eric Clapton na época em que a era mulher de Harrison e não queria nada com Clapton,a mesma pelo qual reza a lenda EC compôs “Layla”).

Sobre este álbum o release do all music nos fala:

“Após três discos em apenas três anos, o Cream encerrou as atividades em 1969.Porém não antes de terem uma despedida formal, através de uma turnê chamada de “Despedida”(com shows disponíveis em vídeo) e uma disco,vejam só?entitulado de “Goodbye”
“Em um condensado LP contendo 6 faixas,a banda tentou repetir a estrutura do disco anterior apresentado gravações de estúdio e ao vivo.Enquanto a parte ao vivo contém a inacreditável “Crosswords”,numa versão superior a de “Wheels of fire”,pois capta toda a banda em um momento de vigor mais intenso,da mesma forma a banda vai fundo em ”Politician” e em “Sitting on the Top of the World”,mas na faixa “I’m So Glad” pode se facilmente perceber quão longe eles foram no improviso.A parte de estúdio começa com a majestosa “Badge” um dos melhores trabalhos de George Harrison,seguida pela excêntrica e imaginativa “Doing That Scrapyard Thing” e pelo trabalho intensamente dramático de Ginger Baker em “What a Bringdown” lndiscutivelmente sua melhor contribuição para o grupo.Resumindo este é uma trabalho de momento sem a coesão dos outros discos”

A discografia do Cream ainda conta com 4 albúns ao vivo,dois lançados nos ano 70 “Live Cream a 1 e 2 ”,”Live 68″ que são uma boa compilação dos 3 primeiros álbuns e “Royal Albert Hall(2005) que marcou uma reunião recente da banda.

Em termos de registro em DVD temos os importados: “Farewell Concert(1980)” gravações de dois shows na Inglaterra na ultima turnê,”Strange Brew(1991)” com cenas de estúdio,a biografia “Inside Cream 66/69:a critical rewiew” e “Royal Albert Hall:London-May 2005”.

O fim do Cream rendeu várias homenagens á banda as mais celebres:

-Jimi Hendrix em um programa da TV inglesa,abriu a aprensentação com “Voodo Child” depois após a introdução de “Hey Joe”: -“ Vamos parar de tocar está musiquinha de nmerda para prestar uma homenagem a uma das maiores bandas de todos os tempos,o Cream !” e começou a tocar “Sunshine of Your Love” até que a BBC tirou o programa do ar enquanto ele tocava.Tudo pode ser conderido no CD “ Jimi Hendrix Expirience BBC Sessions”

-A inclusão da Banda no Rock and Roll Hall of Fame, em 1993,,realizada com uma reunião da banda para tocar no Central Plaza Hotel em Los Angeles,onde a banda tocou “Sunshine of your Love”,”Born Under a Bad Sign” e “Crosroads”.

Com o fim da banda em 1969, Eric Clapton integrou a banda chamada Blind Faith ainda com Ginger Baker,com o tecladista e vocalista Steve Winwood(ex-Dave Spencer Band,Traffic) e o baixista Rich Spencer,lançou um ótimo disco com está banda e iniciou carreira solo bem sucedida acompanhado inicialmente de Derek and the Dominos em 1970,e partiu para a carreira de solo que dura até hoje,o último álbum de inéditas foi o disco “Back Home(2005)”.Ginger Baker após o fim do Blind Faith, iniciou o Ginger Baker’s Air Force e inúmeros projetos com uma diversidade de músicos talentosos.
Jack Bruce seguiu algum tempo após o fim da banda para uma carreira solo, convidando inicialmente o baterista Mitch Mitchel(ex-Hendrix),e o guitarrista Larry Corell com esta formação lançou 3 albúns.Ao longo de sua carreira Bruce a exemplo dos seus ex-companheiros de Cream,trabalhou com inúmeros músicos virtuosos dentre eles Frank Zappa.
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Fabio r Vieira 2008